O Hospital São Camilo de Coronel Fabriciano divulgou à imprensa na manhã de ontem (16) que o governo do Estado de Minas Gerais pagou todos os débitos devidos à instituição – R$ 4,6 milhões. Assim, os atendimentos devem ser normalizados, dando fim às paralisações do corpo clínico do hospital.

A Superintendência Regional de Saúde de Coronel Fabriciano recebeu na quinta-feira (15) a subsecretária de Regulação em Saúde, Paula Cambraia e a Superintendente de Programação Assistencial, Diana Barbosa, para alinhamento sobre a Regulação dos Serviços de Saúde no Vale do Aço e notificar o hospital São Camilo de Coronel Fabriciano sobre a regularização dos pagamentos e o imediato reestabelecimento da Assistência Hospitalar aos usuários do SUS. A notificação ao Hospital foi realizada em reunião com a diretora assistencial do Hospital São Camilo (HSC), Tatiane Martins, juntamente com sua equipe.

A subsecretária Paula Cambraia explicou os termos da notificação e o processo de pagamento realizado pelo Estado, onde regulariza questões financeiras entre Estado e São Camilo.
“Com esta notificação damos ciência ao São Camilo sobre os pagamentos, ficando imprescindível que todos os atendimentos de assistência hospitalar e ambulatorial se restabeleçam e que os usuários do SUS da Região de Saúde do Vale do Aço não fiquem desassistidos”, enfatizou Cambraia.


R$ 4,6 MI

O Superintendente Regional de Saúde, Wagner Barbalho, que participou da reunião de notificação, juntamente com a equipe técnica de regulação da SRS de Coronel Fabriciano, frisou que o pagamento feito pelo Estado totalizou R$ 4.594.515, conforme comprovante de pagamento apresentado pela Secretaria Estadual de Saúde – SES, justificando o fim da paralisação por parte do corpo clinico do Hospital.

A Diretora Assistencial do Hospital São Camilo (HSC), Tatiane Martins, durante a reunião informou que agora partir da regularização dos pagamentos os serviços voltarão à normalidade.

Tatiane explicou que mesmo com as questões financeiras pendentes, contou com o apoio dos prestadores de serviços, inclusive da área médica, e fornecedores, que aceitaram manter as atividades sem a contraprestação desde maio de 2016, cientes de sua responsabilidade social para com a comunidade atendida e também da seriedade como o trabalho da São Camilo é desenvolvido.

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